05 jan

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Você usa o celular para acessar sua conta bancária?

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Em 2010, no Brasil, a web já havia ultrapassado os caixas eletrônico para as transações bancárias, segundo “Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil – Adendo Estatístico – 2009, versão preliminar, julho/2010″, divulgado pelo Banco Central. Atualmente, a questão é o acesso ao banco via www, mas com a utilzação de dispositivos móveis e, segundo o estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente” realizado pela KPMG, em 2011, 66% das pessoas no mundo, afirmaram estar dispostas a utilizar o “mobile banking”. De forma geral, as pessoas estão adeptas às novas tecnologias, mas se preocupam muito com a segurança. Segundo dados da pesquisa que ouviu 9.600 consumidores de mais de 31 países, incluindo o Brasil, o número de pessoas que se preocupam com esses assuntos cresceu de 75% para 90%. Foram considerados mais confiáveis para a realização de pagamento na web, pela ordem: instituição de serviços financeiros (56%); sites de pagamento seguro, como por exemplo, o PayPal (30%); revendedores conhecidos (7%) e prestadores de serviços de internet (6%). Segundo Sean Collins, sócio da KPMG nos Estados Unidos e líder global da área de Comunicação e Mídia, “o comércio móvel está evoluindo em direção a um modelo de distribuição completamente novo, estando tudo em jogo. Empresas de telecomunicações, mídia, varejo, instituições financeiras e outros prestadores de serviços não podem presumir que sua reputação anterior é suficiente para ganhar a confiança do consumidor ao lidar com dados financeiros e pessoais. Haverá novos vencedores e perdedores, mas os vencedores serão aqueles que conquistarem o elemento confiança da forma correta.” O acesso completo ao estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente”, realizado pela KPMG pode ser acessado através do link: http://www.kpmg.com/Global/en/IssuesAndInsights/ArticlesPublications/consumers-and-convergence/Documents/the-converged-lifestyle.pdf

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20 dez

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Você tem essas palavras em seu currículo?

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É interessante observar as diferenças entre as características que as pessoas procuram valorizar em seus perfis profissionais, dependendo do país em que vivem ou buscam recolocação. Segundo estudo divulgado pelo Linkedin, maior rede social profissional do mundo, as palavras mais utilizadas em 2011 por alguns países que fizeram parte da pequisa foram: • Criativo: Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos • Dinâmico: França • Efetivo: Índia • Solução de problemas: Itália • Motivado: Irlanda • Gerencial: Espanha • Histórico: Cingapura Como as pessoas buscam inserir em seus perfis atributos que as enalteçam, que as diferenciem das demais e que, ao mesmo tempo, esteja de acordo com o que é valorizado pelo mercado, com uma breve análise e tomando como base as palavras mais utilizadas pelos profissionais dos países acima citados, podemos afirmar que: – Em países como Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos, ricos em mão de obra qualificada, as pessoas buscam enaltecer a criatividade como característica, até porquê, o restante é, praticamente, “commodity“; – Provavelmente, os franceses, em geral para o trabalho, são mais estáticos; – Na Índia, é importante apresentar-se como alguém verdadeiro, certo e definitivo para aquilo que se propõe; – Os italianos buscam solucionadores de problemas; – Os irlandeses não são facilmente motivados (lembrando que a motivação é um impulso interno que leva a ação, ou seja, tem de vir de dentro para a fora); – Os profissionais da Espanha procuram posições de liderança; – A narrativa do profissional tem grande relevância em Cingapura. No Brasil, que tem mais de 6 milhões de profissionaisos no Linkedin, as palavras mais utilizadas em 2011, pela ordem, foram: 1. Multinacional 2. Planejamento estratégico 3. Criativo 4. Efetiva 5. Multidisciplinar 6. Especializado 7. Novos desafios 8. Experiência internacional 9. Amplo conhecimento 10. Novas tecnologias Os termos “multinacional” e “experiência internacional” estarem dentre as 10 mais, demonstram o quanto é valorizado para o brasileiro, o que vem de fora. Não obstante à importância do conhecimento de outras culturas e da vivência internacional, já era hora da valorização do que temos no Brasil. Seria mais fácil se a educação não fosse tão aquém do que deveria em um país tão repleto de oportunidades.

07 dez

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Trabalho e Qualidade de Vida

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Segundo estudo liderado por Phyllis Moen, do Departamento de Sociologia da Universidade de Minnesota e publicado no início da semana no Journal of Health and Social Behavior, a saúde dos colaboradores melhora quando têm a possibilidade de horário flexível no trabalho. A análise, que foi realizada com mais de 600 pessoas que, desde 2005, atuam em regime de trabalho flexível na empresa Best Buy em Richfield – Minnesota, apresentou que com a implementação do novo sistema, os colaboradores souberam controlar o tempo, houve redução de conflitos entre trabalho e família, além de diminuição do cansaço e estresse. A empresa adotou a metodologia de valorizar os resultados mensuráveis e produtividade em detrimento do tempo e local da realização da tarefa. No Brasil, a Weg, na unidade de Jaraguá do Sul – SC, resolveu testar o modelo com cerca de 3.000 colaboradores, há aproximadamente uma semana, mas já percebe retorno positivo. Horário flexível, quando a atividade permitir, é somente uma das muitas medidas que as empresas necessariamente deverão tomar para conseguir reter seus talentos. A busca de qualidade de vida e melhores condições sempre foi objetivo do ser humano, mas com todas as informações disponíveis e acessíveis, mais as características da nova sociedade que estamos inseridos: de serviços, será cada vez mais difícil encontrar pessoas que estarão dispostas a enfrentar sacrifícios por trabalhos que não lhe deem prazer e proporcione o mínimo de alegria e satisfação em ambiente lúdico e agradável.

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01 dez

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Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro

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Uma pesquisa Nielsen, realizada em 51 países dentre eles, o Brasil, revela algumas estratégias dos consumidores na hora da compra. O estudo foi tema de comentário de Antonio Lavareda, colunista na Bandnews. Segundo o colunista, foram 25.000 participantes e dentre as constatações do estudo está que: para a economia na compras domésticas a maioria dos entrevistados, 59%, prefere comprar durante as promoções ou liquidações; em segundo lugar, 48%, ficou com a utilização de cupons de descontos. Outro dado importante que traz a pesquisa, é que não obstante às culturas diferentes e especificidades de cada país analisado, para 61% dos entrevistados do total, o que mais importa na hora da escolha do estabelecimento comercial para efetivar as compras é a qualidade geral das mercadorias. Como não poderia deixar de ser, o preço ficou em segundo lugar como influenciador, mesmo com todas as dificuldades econômicas que enfrentam muitos países do Mundo. Isso ocorre, porque independente de preferências e costumes, as pessoas, de forma geral quando buscam algum produto ou serviço que estão dentro de sua capacidade de consumo, vêem em primeiro lugar, aquilo que desejam e que enxergam valor, para em seguida observar o preço. A concorrência específica e a disputa por preço começam quando as pessoas não são sensibilizadas e, por consequência não veem a diferenciação entre ou produtos/serviços prestados por diferentes marcas. Em verdade, não existe o “barato” e o “caro”, mas sim o que as pessoas veem ou não valor agregado na hora da compra, tanto aqui no Brasil, quanto no Mundo. Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro.

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28 nov

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Qual marca você lembra de ter visto em propaganda na TV?

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Pesquisa quantitativa, realizada pelo Datafolha e divulgada no meio&mensagem de 31/10/2011, apresenta o cenário previsto há algum tempo, mas que a cada mês vem se concretizando: perda da importância de algumas formas de comunicação em detrimento de outras. Especificamente falando da televisão, que terá grande importância durante um longo período, mas que vem perdendo gradativamente espaço para outras mídias, o estudo ratifica o quanto é discutível algumas marcas e/ou categorias de produtos permanecerem anunciando em mídias genéricas. Para algumas empresas é vital esse tipo de comunicação, porém para outras o resultado é pífio considerando o alto investimento. Os gráficos que ilustram a pesquisa falam por si só, ao colocar em primeiro lugar, o maior anunciante dos últimos anos: Casas Bahia, que só em 2010, investiu mais de R$ 1 bi, mas que obteve, em setembro de 2011, 12,7% de participação quando trata-se de lembrança de propaganda na TV e, 2,9%, para a preferência de marca em propaganda na TV. A seguir, duas tabelas com dados extraídos do estudo. Lembrança de marcas nas propagandas de TV – SET/2011 – “Quais marcas você se lembra de ter visto em propaganda na TV nos últimos 30 dias?” MARCA % CASAS BAHIA 12,7 COCA-COLA 8,5 DOLLY 7 BRAHMA 6,7 SKOL 5,9 OMO 5,9 EXTRA 4,9 HYUNDAI 4,8 VOLKSWAGEN 4,6 FIAT 4,5 NÃO LEMBRA 21,3 NÃO COSTUMA ASSISTIR TV 1,2 Preferência de marcas nas propagandas de TV – SET/2011 –“Qual a propaganda que você mais gostou de assistir na TV nos últimos 30 dias?” MARCA % DOLLY 2,9 SKOL 2,9 CASAS BAHIA 2,9 VOLKSWAGEN 2,5 BRAHMA 2,2 HAVAIANAS 2,1 FIAT 2,1 COCA-COLA 1,8 HYUNDAI 1,7 NISSAN 1,4 NÃO TEM PREFERÊNCIA 24,7 NÃO LEMBRA 20,8 NÃO COSTUMA ASSISTIR TV 1,2 Com as novas mídias e ferramentas de comunicação, com exceção de marcas que ainda necessitam desse formato, o restante, muitas vezes, obtem como resultado, quando muito, o comentário de amigos e parentes quando veem a exposição de suas empresas na televisão, porém e, de forma geral, jogam tempo e dinheiro fora. Pesquisa completa, no site do Datafolha.

21 nov

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Expatriados

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O mundo é globalizado, as ferramentas estão democratizadas, mas o verdadeiro conhecedor do mercado é aquele que cresceu e viveu as experiências inerentes ao mesmo. Vídeo do MidnigtMarketing sobre os Expatriados: “O ar sempre transmite a quem o respira o caráter do lugar em que se acha, como no leite a ama transmite à criança, que amamenta, todos os seus males físicos e morais.” Aluísio Azevedo

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18 nov

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Empresas mais Admiradas do Brasil

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A 14ª edição do Prêmio da revista Carta Capital apresentou o ranking das 10 empresas mais admiradas do Brasil que são, pela ordem: Natura, Apple, Vale, Petrobras, Nestlé, Itaú, AmBev, Google, Embraer e Gerdau. (ranking completo Carta Capital). A pesquisa realizada com empresários de todos os setores da economia, avalia as empresas seguindo 12 critérios, tais como responsabilidade social, ética, respeito pelo consumidor e qualidade de produtos e serviços.  A premiação é dividida em três modalidades: os 10 executivos mais admirados, as 10 empresas mais admiradas do Brasil e as 50 empresas campeãs, uma em cada segmento. Os 10 executivos mais admirados são: Paulo Secches, consultor responsável pela metodologia do projeto,  explica a metodologia e afirma que o estudo é realizado junto aos principais executivos das mais importantes empresas da economia brasileira e que, de forma geral, esses executivos valorizam algumas características e forma de atuação nas corporações, ainda que, por alguma razão, não possam trazê-las para seus negócios. A explicação completa da metodologia do estudo está no link: http://www.dialogoscapitais.com.br/maisadmiradas/ranking.html Algumas fotos da premiação, que contou com a presença da Presidente Dilma Rousseff estão no site do Planalto.

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28 out

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Inovar é viver

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Enquanto a letra da marchinha de carvanal, composta por Aldacir Louro A. Marins e Macedo, dizia “recordar é viver…” eu digo Inovar é viver. A Revista Época Negócios de out/2011 trouxe o tema como capa, e na matéria apresentou o ranking  das empresas que mais inovaram no Brasil. O ranking elaborado pela consultoria A.T.Kearney e por Época Negócios, tem como base a pesquisa Best Innovator, realizada desde 2003 e que considera, para pontuação final, quatro dimensões de inovação, com diferentes pesos: estratégia (28%), processos (27%), organização e cultura (25%) e estrutura e suporte (20%). No ano de 2011, segundo o estudo, a Basf, com a marca de tintas imobiliárias Suvinil, foi a campeã. Segue a seguir o ranking das 10 primeiras: Basf – Lançou a tinta antibactéria e o sistema de pintura mecanizada. As novidades da divisão de tintas imobiliárias representam 84% da receita. No passado, 67%. Whirlpool – Para continuar renovando o portifólio a casa cinco anos, a empresa reestreou o portal para a captação de idéias e espera dobrar o número de sugestões. IBM – a inovação está incorporada à cultura. Os funcionários que mais se destacam na obtenção de patentes são guindados à posição de “masters inventors” Dow – Procura diferenças aplicações para os químicos com os quais trabalha em faculdades e nas sugestões de fornecedores, clientes e funcionários. Siemens – o que era departamento de inovação virou diretoria, com a função de instruir e ajudar todos os grupos de pesquisa independentes da empresa. Embraco – para cada inovação, desenvolve paralelamente um modelo próprio de negócio. É uma forma de apoiar o lançamento dos produtos no mercado. White Martins – Comitês de funcionários avaliam idéias a partir de um processo de seis etapas- uma maneira de ter produtos inovadores num mercado concorrido. Vale – investe em novas idéias para agilizar processos e reduzir custos. Um bom exemplo dessa estratégia é o aeroplano usado para detectar eventuais problemas nas ferrovias. Dupont – para virar projeto, uma ideia deve atender a três critérios: ser um negócio lucrativo, chegar à base da pirâmide social e mostrar-se sustentável. Tecnisa – A inovação faz parte da missão, é um pilar importante da estratégia e a ela estão atrelados de 20% a 30% do bônus anual. Outro estudo – Global Innovations 1000 – divulgado pela consultoria Booz & Company e veiculado no Estado de S.Paulo de  25/10/11, – aponta que o Brasil continua investindo pouco em inovação. Dos US$ 550 bilhões investidos por todas as companhias do mundo em pesquisa e desenvolvimento durante 2010, a fatia do Brasil representa 0,38% ( US$ 2,1 bilhões) do total.  Entre as mil empresas que mais inovam no mundo, somente 5 são brasileiras: Petrobrás (119ª), Vale (133ª), CPFL Energia (705ª), Totvs (807ª) e Embraer (924ª).  São as 10 mais inovadoras, segundo a pesquisa Global Innovations: Roche Holding Pfizer Novartis Microsoft Merck Toyota Samsung Nokia General Motors Johnson & Johnson Há também o ranking das empresas mais inovadoras do mundo divulgado pela revista Forbes, que traz, dentre as 10 mais, a brasileira Natura como a 8ª no ranking, conforme lista a seguir: SalesForce – Estados Unidos Amazon – Estados Unidos Intuitive Surgical – Estados Unidos Tecent Holdings – China Apple – Estados Unidos Unilever Google Natura Cosméticos – Brasil Bharat Heavy Electricals – Índia Monsanto – Estados Unidos Independentemente do ranking e da metodologia utilizada pelos estudos, a Inovação, tema presente na mídia e em discussões empresariais, é uma das funções básicas de uma empresa e não está sendo considerada da forma como deveria por muitas empresas. Para que a inovação ocorra é necessário que haja  organização, estruturação, estímulo, investimento e, principalmente, pessoas capacitadas para desenvolvimento da cultura nas empresa, através de ferramentas e metodologias próprias. Além disso, importante ter sempre em mente o que Drucker nos ensinou: “uma empresa só inovou, de verdade, quando o cliente reconheceu, valorizou e se dispôs a pagar”.

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20 out

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Inteligência de Mercado

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Todas as áreas sofreram diversas transformações com a Internet, mas seguramente, a inteligência de mercado está dentre aquelas que mais foram impactadas. Hoje, na inteligência de mercado o trabalho ficou mais rico, por ser a Internet, fonte de informações com qualidade para o profissional que conhece e consegue discernir o que é ou não importante, mas por outro lado, houve um aumento significativo do trabalho propriamente dito. O profissional de inteligência de mercado antes, e em síntese, mapeava todos os pontos de contato que uma empresa e concorrentes tinham, buscava todas as informações de mercado e tendências através da mídia impressa, informações de sondagens, pesquisa, entre outras ferramentas disponíveis à época, colocava-se na posição do consumidor para aferir a performance do atendimento, postura, conteúdo, preço, ponto de venda, entre outros, de acordo com o negócio analisado, fazia o diagnóstico, observando ameaças e oportunidades e fechava com suas recomendações, mais plano de ação que contemplava tanto ações táticas como estratégicas. Hoje, além de tudo o que foi descrito acima, o profissional precisa: – Analisar o endereço virtual da empresa cliente e concorrentes, pois independente do segmento de atuação de uma empresa, é importante saber que a maioria das pessoas já busca por loja, produto ou serviço na Internet após saber alguma informação no “mundo real”. A Internet é meio para aprofundar conhecimentos. Hoje, o site é um dos principais “cartões de visita” de uma pessoa/empresa. – Analisar, através dos principais mecanismos de busca – leia-se Google -, o posicionamento da empresa e seus concorrentes reais, além de verificar a efetiva concorrência virtual, ou seja, empresas que estão com mais visibilidade na Internet, mas que não são citadas dentre os principais “rivais”, mesmo estando a cada dia galgando novas posições no mercado. – Monitorar o atendimento virtual da empresa cliente e de seus respectivos concorrentes reais e virtuais. – Efetuar monitoramentos nas mídias sociais, portais, blogs, sites de reclamações e outros  relacionados ao negócio para aferir a imagem da empresa e concorrentes em comunidades, listas de discussões, fóruns, comentários, etc. Algumas pessoas não entendem o porquê do tempo ser cada vez mais escasso, apesar de tantas novas tecnologias que facilitam as nossas vidas. Simples quanto isso.

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