Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro
Uma pesquisa Nielsen, realizada em 51 países dentre eles, o Brasil, revela algumas estratégias dos consumidores na hora da compra. O estudo foi tema de comentário de Antonio Lavareda, colunista na Bandnews.
Segundo o colunista, foram 25.000 participantes e dentre as constatações do estudo está que: para a economia na compras domésticas a maioria dos entrevistados, 59%, prefere comprar durante as promoções ou liquidações; em segundo lugar, 48%, ficou com a utilização de cupons de descontos.
Outro dado importante que traz a pesquisa, é que não obstante às culturas diferentes e especificidades de cada país analisado, para 61% dos entrevistados do total, o que mais importa na hora da escolha do estabelecimento comercial para efetivar as compras é a qualidade geral das mercadorias.
Como não poderia deixar de ser, o preço ficou em segundo lugar como influenciador, mesmo com todas as dificuldades econômicas que enfrentam muitos países do Mundo.
Isso ocorre, porque independente de preferências e costumes, as pessoas, de forma geral quando buscam algum produto ou serviço que estão dentro de sua capacidade de consumo, vêem em primeiro lugar, aquilo que desejam e que enxergam valor, para em seguida observar o preço.
A concorrência específica e a disputa por preço começam quando as pessoas não são sensibilizadas e, por consequência não veem a diferenciação entre ou produtos/serviços prestados por diferentes marcas.
Em verdade, não existe o “barato” e o “caro”, mas sim o que as pessoas veem ou não valor agregado na hora da compra, tanto aqui no Brasil, quanto no Mundo.
Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro. 


Gostei muito desse site!