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17 mai

No lugar certo e na hora certa com smartphone

by admin

Os smartphones já fazem parte do uso cotidiano de 14% dos brasileiros e as pessoas dependem cada vez mais de seus dispositivos, 73% não saem de casa sem eles. Os dados são resultado do estudo do Google, em parceria com a Ipsos MediaCT, que entrevistou 1000 brasileiros adultos e usuários de internet e que afirmaram usar smartphones para acessar a www. O “Nosso Planeta Mobile: Brasil“, como foi denominada a pesquisa, também constatou que 88% usam o telefone enquanto executam outras atividades, como por exemplo, assistir TV: 46%. Outras características de quem utiliza o celular inteligente e que merecem atenção: Uso diário: 40% usaram todos os dias em uma semana e 50% utilizaram seus aparelhos com o objetivo de pesquisar alguma informação. Conexão constante: 42% acessam a internet pelo menos uma vez por dia, sendo que destes, 59% acessam redes sociais. Uso em diferentes lugares: 96% de casa; 82% no trabalho; 69%, restaurante; 66%, loja; 64%, trânsito; 60%, transporte público; 56%, café ou cafeteria; 53%, consultório médico; 52%, eventos sociais; 49%, aeroporto e 49%, escola. Acesso às redes sociais: 88%, sendo que 53% acessam pelo menos, uma vez por dia. Dentre os entrevistados, 43% efetuaram alguma compra em empresa online após consultar seu smartphone, enquanto 31% realizaram a aquisição em uma loja física. Dos usuários que procuram informações locais, 88%, um número muito representativo realizou algum tipo de ação como decorrência, 92%. Dos 92% que tomaram algum tipo de ação, 63% entraram em contato com a empresa, 66% visitaram a empresa, 41% falaram para outras pessoas sobre a empresa e 55% fizeram alguma compra. O mundo é conectado, as informações compartilhadas, mas é fato que cada vez mais, principalmente para quem vive em grandes metrópoles a moeda tempo torna-se cada vez mais escassa. Por essa razão, as empresas precisam ser sempre assertivas e utilizar da comunicação não somente para o público certo, mas também no momento adequado utilizando-se dos meios mais eficazes.

15 mai

Vários meios, muitos canais

by admin

O estudo “Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil”, desenvolvido pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) em parceria com a  comScore e apresentado em 10 de maio de 2012, concluiu que a www é o meio mais importante para 82% dos entrevistados (85% mulheres e 79% homens). Mais de 40% dos entrevistados ficam pelo menos, duas horas por dia na Internet, enquanto 25% assistem TV. Independentemente da faixa etária, renda, gênero ou região, a www também foi considerada como atividade preferida para 62% das pessoas, quando possuem algum tempo livre. Embora o desktop lidere quanto ao tipo de canal utilizado para o acesso à www, com 77%, seguido pelo notebook ou laptop,  59%; smartphone, 40%; tablets, 16%; iPad, 15%; console de videogame, 12%;  iPod, 10%; e outros dispositivos, 2%;  os jovens preferem navegar através dos smartphones, tablets e videogames. A maioria, 62% da audiência brasileira online, acessa a internet via dois ou mais canais. Destaca-se a faixa etária de jovens adultos entre 25 e 34 anos, aonde 23% acessam por quatro ou mais canais. Também apontou a pesquisa que é frequente a utilização simultânea de dois meios, principalmente TV e computador para 61% dos entrevistados, sendo que as mulheres são mais propensas do que os homens neste uso paralelo, 32%. Dentre os que usam os dois tipos de mídia simultaneamente, 92% prestam igual ou mais atenção na internet. A audiência online no Brasil é consideravelmente aberta e receptiva à publicidade digital, considerando-a como a mais criativa para 49% dos entrevistados, rica em conteúdo para 48%, evidente, 40%; crível, 37% e menos incômoda para 36%. A maioria dos entrevistados usa a internet para pesquisar produtos que deseja comprar off-line, 65%. Os anúncios online têm os motivado a comprar produtos ou visitar lojas anunciadas para 57% e 56% consecutivamente e 60% disseram ser motivados a buscar mais informações sobre os produtos oferecidos. Foram entrevistadas 2.075 pessoas usuárias de internet, entre 15 e 55+ anos, sendo 51% homens e 49% mulheres, de 6 a 14 de fevereiro de 2012, via e-mail. Os dados foram ponderados proporcionalmente às taxas nacionais online para faixa etária, gênero e região de residência de forma que os resultados sejam representativos da população online (55% Sudeste; 19% Sul; 13% Nordeste; 8%  Centro Oeste; 5% Norte)”. Dois importantes pontos a serem observados: 1. Algumas pessoas acessam a web por 4 ou mais canais: desktop, notebook, tablet e smartphone, por exemplo e observam, desta forma o quanto a tecnologia avançou, mas que não existem muitas empresas que conseguem desenvolver aplicações condizentes com cada gadget e acabam por apresentar suas marcas distorcidas em um outro canal, como por exemplo, sites que não carregam no tablet, ou distorcem ao serem visualizados por smartphones. 2. Todo planejamento de marketing e comunicação deve recomendar ações em todos os pontos de contatos dos ambientes analógico e digital importantes para o negócio, mas que sejam integradas, mantenham unidade de comunicação e que tenham autenticidade. Já é e será, cada vez mais comum, assistir ao filme publicitário na TV no mesmo momento que está em contato com a marca em uma rede social, ou no site de busca, ou através de uma peça publicitária online, ou, ou, ou.  

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26 abr

Quem decide o que você vê na www?

by admin

É quase uma unanimidade a opinião sobre a importância de encontrarmos resultados precisos na Internet. Os estudos avançam cada vez mais nesta direção e, não somente em mecanismos de busca, mas nas redes sociais, a ideia predominante é aquela de que veremos em nossas “timelines” assuntos que tenham relevância para nosso perfil, nossos gostos, nossa vida. As empresas utilizam-se cada vez mais de todos os filtros e da excessiva segmentação para oferecer seus produtos e serviços a quem realmente lhes interessa. É isso mesmo que buscamos? Pensando em sensibilizar os “stakeholders” das empresas, é perfeito, o mundo ideal. Porém, existe o outro lado. A Ideia da internet é democratizar conteúdo, dar a possibilidade de conhecimento a todos, é a conexão do mundo todo em um único lugar. Contudo, com a história de ser cada vez mais “relevante” para cada pessoa, acabamos por ver sempre as mesmas coisas ou, opiniões que sejam convergentes com o que pensamos e com o nosso perfil, ou seja, há o comprometimento do conhecimento de outras versões, de outras formas de enxergar determinados assuntos. Eli Pariser denomina esta questão de “filtros-bolha” e explica, em sua apresentação no TED, como funciona, por exemplo, o algorítimo do Google, que analisa inúmeros sinais, como o tipo de computador utilizado, navegador, localização, histórico da navegação, cliques, entre muitos outros. De qualquer maneira, é muito simples constatar a existência dos filtros. Recentemente, a área de Inteligência de Mercado do Madiamundomarketing realizou uma monitoria no Google buscador, com pessoas de diferentes áreas de atuação e localização. Foram utilizados para a busca, termos relacionados ao marketing e, de todos que participaram da experiência, não houve uma só página de resultado idêntica. Checamos somente a primeira página de respostas, que é responsável por mais de 90% dos cliques. Três principais constatações a respeito de tudo isso: 1. As empresas devem, cada vez mais, utilizar de forma sensível e inteligente todos os recursos disponíveis pela grande rede para conseguir falar com as pessoas certas, no momento adequado e através de uma comunicação correspondente às expectativas daqueles que serão impactados. 2. A Internet não é tão democrática quanto parece e, como observa Pariser, se antes tínhamos humanos escolhendo e filtrando o que ouvimos nos rádios, o que vemos nas tvs e lemos em jornais e revistas, hoje temos os algorítimos. 3. As pessoas devem ficar sempre atentas para não serem aprisionadas às suas próprias opiniões e aos próprios gostos, sem considerar novas possibilidades. A seguir, o vídeo do TED com Eli Pariser:

29 mar

Para nossa felicidade

by admin

Uma pesquisa realizada em 158 países com 200.000 pessoas, pela FGV e Instituto Gallup e divulgada no início do mês de março de 2012, sobre o índice de felicidade da população, revelou que o brasileiro é o povo mais feliz do mundo. O segundo lugar ficou com o Panamá, seguido por Costa Rica e Colômbia. Os habitantes da Síria são os menos felizes, conforme apresentou o estudo. Também quanto ao IFF (Índice de Felicidade Futura), o Brasil foi o primeiro. O índice objetivou identificar qual será o nível de satisfação com a vida em 5 anos. O IFF do Brasil foi de 8,6, superando países como Dinamarca, com  8,1; Irlanda, 8; Suíça, 7,8; Reino Unido, 7,7; e Áustria, 7,5. Os piores foram: Grécia, 5,3; Portugal, 5,2; Macedônia, 5 e, novamente por último, a Síria, 4,7. Dentre muitos indicadores utilizados para aferir a performance dos países, como o PIB – Produto Interno Bruto, PIB per capita, IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, existe também o FIB (Felicidade Interna Bruta). No início da década de 70, o Butão, um pequeno país localizado nas cordilheiras do Himalaia, já utilizava o FIB e o considerava ainda mais importante do que o PIB. A Fundação Getúlio Vargas vem trabalhando na elaboração do FIB Brasil para auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas. Fábio Gallo e Wesley Mendes, professores da FGV-SP e responsáveis pelo projeto esclarecem: “elaborar o índice que queremos é algo complexo. São muitos dados subjetivos que variam de Estado para Estado”, explica Gallo. Num país do tamanho do Brasil, com regiões diferentes entre si, é ainda mais complicado. “Tudo será sob medida para cada uma das regiões. Dessa forma, chegaremos a bons resultados, que reflitam a situação real do País”, completa Mendes. Também de acordo com Gallo, o índice considerará o PIB como componente do cálculo, ressaltando que nosso FIB não será tão “radical” como ocorre em Butão. Para pensar: Você já avaliou o FIB da sua empresa?  

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08 mar

Smartphone X celular

by admin

Uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), em 44 países e entrevistou 40.557 pessoas, sendo 2.002 brasileiros, concluiu que enquanto 24% dos consumidores que pretendem comprar um novo aparelho quer um celular comum, 32%  tem a intenção de comprar um smartphone. Quanto a marca preferida, a Apple lidera, com 38% das citações. O segundo lugar ficou com a Samsung, 15% e ainda, pela ordem: Nokia – 8%, RIM/BlackBerry – 7%, HTC – 6% e LG – 3%. Em 2010, o percentual de pessoas que utilizavam aparelhos inteligentes era de 19% , em 2011, esse número passou para 35%. Em contrapartida, os celulares convencionais tiveram uma queda, de 86% para 80%. Com relação aos brasileiros, estudo aponta que 10% das pessoas que possuem um celular, tem um smartphone. Ainda sobre o Brasil, mas com base em outro levantamento realizado pela Nielsen, do volume total de vendas de celulares em 2011, 7,5% eram smartphones. Houve um crescimento de 179% em relação ao ano anterior. A pesquisa Nielsen apresentou também o crescimento de 31% nas vendas dos minimodems 3G, para o uso de banda larga móvel, em comparação com 2010. As fontes são diferentes, mas a conclusão é única e inconteste: após inúmeros gadgest que tentaram agrupar diversas tecnologias e recursos, a combinação celular + internet foi imbatível. Até agora, é claro.

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28 fev

A Internet e seus números na casa dos milhões

by admin

No último trimestre de 2011, segundo o Ibope Nielsen, o Brasil já conta com  78,5 milhões de usuários de Internet incluindo o acesso em residência, trabalho, escola, lan house e outros locais. Segundo infográfico divulgado por Alexandre Hohagen, vice presidente do Facebook na América Latina, sobre os brasileiros, já são 37 milhões de usuários ativos, sendo que 51% desse total acessam o site diariamente. Além disso: 12 milhões acessam o site através de seus celulares e passaram em média quase 7 horas por mês na rede em dezembro de 2011. O Twitter chegou aos 500 milhões de usuários, de acordo com o Twopcharts, e o Brasil é o segundo país que mais acessa o site, conforme apontou uma pesquisa da empresa Semiocast, divulgada no início do mês. Atualmente, em primeiro lugar está os Estados Unidos, com 107,7 milhões de contas, em seguida, o Brasil, com 33,3 milhões de contas, e em terceiro lugar, o Japão, com 29,9 milhões. Embora seja o segundo colocado, o Brasil é ainda o 12º em participação no microblog, com 25% dos usuários do país cadastrados e participando efetivamente com publicações de pelo menos um tweet entre setembro e novembro de 2012, de acordo com a pesquisa. O Japão, que está na terceira colocação em número de usuários, tem 30% de participação, ocupando a segunda posição. A Holanda é o país em que os usuários do site são mais ativos, com 33% de participação e os EUA ficaram na quarta posição com 28%. O Linkedin, rede profissional com mais de 150 milhões de usuários, tem 7 mihões somente no Brasil. Os brasileiros também já ocupam a 2ª posição no Tumblr, com 2 bilhões de visitas mensais, segundo Gina Gotthilf, gerente de Internacionalização da empresa e responsável por organizar o crescimento do site no Brasil. Em breve, o Tumblr terá versão em português. O Pinterest, rede social especializada em organização e compartilhamento de fotos e vídeos, que em dois anos de vida já conquistou mais de 10 milhões de usuários pelo mundo, já começa a conquistar os brasileiros e aparece em 12º lugar na utilização do site no ranking do Alexa. Não obstante ao crescente número de usuários da Internet e de ferramentas específicas tanto no Brasil, quanto para o mundo, é imprescindível análise e planejamento para qualquer ação, pois grandes oportunidades propiciadas pela www são inversamente proporcionais aos grandes estragos que podem ocorrer em decorrência do mau uso. A Internet e seus números na casa dos milhões: 78,5 milhões: acessam a Internet 37 milhões: acessam o Facebook 33,3 milhões: contas no Twitter 7 milhões: usuários no Linkedin

05 jan

Você usa o celular para acessar sua conta bancária?

by admin

Em 2010, no Brasil, a web já havia ultrapassado os caixas eletrônico para as transações bancárias, segundo “Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil – Adendo Estatístico – 2009, versão preliminar, julho/2010″, divulgado pelo Banco Central. Atualmente, a questão é o acesso ao banco via www, mas com a utilzação de dispositivos móveis e, segundo o estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente” realizado pela KPMG, em 2011, 66% das pessoas no mundo, afirmaram estar dispostas a utilizar o “mobile banking”. De forma geral, as pessoas estão adeptas às novas tecnologias, mas se preocupam muito com a segurança. Segundo dados da pesquisa que ouviu 9.600 consumidores de mais de 31 países, incluindo o Brasil, o número de pessoas que se preocupam com esses assuntos cresceu de 75% para 90%. Foram considerados mais confiáveis para a realização de pagamento na web, pela ordem: instituição de serviços financeiros (56%); sites de pagamento seguro, como por exemplo, o PayPal (30%); revendedores conhecidos (7%) e prestadores de serviços de internet (6%). Segundo Sean Collins, sócio da KPMG nos Estados Unidos e líder global da área de Comunicação e Mídia, “o comércio móvel está evoluindo em direção a um modelo de distribuição completamente novo, estando tudo em jogo. Empresas de telecomunicações, mídia, varejo, instituições financeiras e outros prestadores de serviços não podem presumir que sua reputação anterior é suficiente para ganhar a confiança do consumidor ao lidar com dados financeiros e pessoais. Haverá novos vencedores e perdedores, mas os vencedores serão aqueles que conquistarem o elemento confiança da forma correta.” O acesso completo ao estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente”, realizado pela KPMG pode ser acessado através do link: http://www.kpmg.com/Global/en/IssuesAndInsights/ArticlesPublications/consumers-and-convergence/Documents/the-converged-lifestyle.pdf

20 dez

Você tem essas palavras em seu currículo?

by admin

É interessante observar as diferenças entre as características que as pessoas procuram valorizar em seus perfis profissionais, dependendo do país em que vivem ou buscam recolocação. Segundo estudo divulgado pelo Linkedin, maior rede social profissional do mundo, as palavras mais utilizadas em 2011 por alguns países que fizeram parte da pequisa foram: • Criativo: Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos • Dinâmico: França • Efetivo: Índia • Solução de problemas: Itália • Motivado: Irlanda • Gerencial: Espanha • Histórico: Cingapura Como as pessoas buscam inserir em seus perfis atributos que as enalteçam, que as diferenciem das demais e que, ao mesmo tempo, esteja de acordo com o que é valorizado pelo mercado, com uma breve análise e tomando como base as palavras mais utilizadas pelos profissionais dos países acima citados, podemos afirmar que: – Em países como Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos, ricos em mão de obra qualificada, as pessoas buscam enaltecer a criatividade como característica, até porquê, o restante é, praticamente, “commodity“; – Provavelmente, os franceses, em geral para o trabalho, são mais estáticos; – Na Índia, é importante apresentar-se como alguém verdadeiro, certo e definitivo para aquilo que se propõe; – Os italianos buscam solucionadores de problemas; – Os irlandeses não são facilmente motivados (lembrando que a motivação é um impulso interno que leva a ação, ou seja, tem de vir de dentro para a fora); – Os profissionais da Espanha procuram posições de liderança; – A narrativa do profissional tem grande relevância em Cingapura. No Brasil, que tem mais de 6 milhões de profissionaisos no Linkedin, as palavras mais utilizadas em 2011, pela ordem, foram: 1. Multinacional 2. Planejamento estratégico 3. Criativo 4. Efetiva 5. Multidisciplinar 6. Especializado 7. Novos desafios 8. Experiência internacional 9. Amplo conhecimento 10. Novas tecnologias Os termos “multinacional” e “experiência internacional” estarem dentre as 10 mais, demonstram o quanto é valorizado para o brasileiro, o que vem de fora. Não obstante à importância do conhecimento de outras culturas e da vivência internacional, já era hora da valorização do que temos no Brasil. Seria mais fácil se a educação não fosse tão aquém do que deveria em um país tão repleto de oportunidades.

07 dez

Trabalho e Qualidade de Vida

by admin

Segundo estudo liderado por Phyllis Moen, do Departamento de Sociologia da Universidade de Minnesota e publicado no início da semana no Journal of Health and Social Behavior, a saúde dos colaboradores melhora quando têm a possibilidade de horário flexível no trabalho. A análise, que foi realizada com mais de 600 pessoas que, desde 2005, atuam em regime de trabalho flexível na empresa Best Buy em Richfield – Minnesota, apresentou que com a implementação do novo sistema, os colaboradores souberam controlar o tempo, houve redução de conflitos entre trabalho e família, além de diminuição do cansaço e estresse. A empresa adotou a metodologia de valorizar os resultados mensuráveis e produtividade em detrimento do tempo e local da realização da tarefa. No Brasil, a Weg, na unidade de Jaraguá do Sul – SC, resolveu testar o modelo com cerca de 3.000 colaboradores, há aproximadamente uma semana, mas já percebe retorno positivo. Horário flexível, quando a atividade permitir, é somente uma das muitas medidas que as empresas necessariamente deverão tomar para conseguir reter seus talentos. A busca de qualidade de vida e melhores condições sempre foi objetivo do ser humano, mas com todas as informações disponíveis e acessíveis, mais as características da nova sociedade que estamos inseridos: de serviços, será cada vez mais difícil encontrar pessoas que estarão dispostas a enfrentar sacrifícios por trabalhos que não lhe deem prazer e proporcione o mínimo de alegria e satisfação em ambiente lúdico e agradável.

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01 dez

Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro

by admin

Uma pesquisa Nielsen, realizada em 51 países dentre eles, o Brasil, revela algumas estratégias dos consumidores na hora da compra. O estudo foi tema de comentário de Antonio Lavareda, colunista na Bandnews. Segundo o colunista, foram 25.000 participantes e dentre as constatações do estudo está que: para a economia na compras domésticas a maioria dos entrevistados, 59%, prefere comprar durante as promoções ou liquidações; em segundo lugar, 48%, ficou com a utilização de cupons de descontos. Outro dado importante que traz a pesquisa, é que não obstante às culturas diferentes e especificidades de cada país analisado, para 61% dos entrevistados do total, o que mais importa na hora da escolha do estabelecimento comercial para efetivar as compras é a qualidade geral das mercadorias. Como não poderia deixar de ser, o preço ficou em segundo lugar como influenciador, mesmo com todas as dificuldades econômicas que enfrentam muitos países do Mundo. Isso ocorre, porque independente de preferências e costumes, as pessoas, de forma geral quando buscam algum produto ou serviço que estão dentro de sua capacidade de consumo, vêem em primeiro lugar, aquilo que desejam e que enxergam valor, para em seguida observar o preço. A concorrência específica e a disputa por preço começam quando as pessoas não são sensibilizadas e, por consequência não veem a diferenciação entre ou produtos/serviços prestados por diferentes marcas. Em verdade, não existe o “barato” e o “caro”, mas sim o que as pessoas veem ou não valor agregado na hora da compra, tanto aqui no Brasil, quanto no Mundo. Se houver percepção de valor, o preço será justo, caso contrário, será caro.

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