28 nov

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Qual marca você lembra de ter visto em propaganda na TV?

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Pesquisa quantitativa, realizada pelo Datafolha e divulgada no meio&mensagem de 31/10/2011, apresenta o cenário previsto há algum tempo, mas que a cada mês vem se concretizando: perda da importância de algumas formas de comunicação em detrimento de outras. Especificamente falando da televisão, que terá grande importância durante um longo período, mas que vem perdendo gradativamente espaço para outras mídias, o estudo ratifica o quanto é discutível algumas marcas e/ou categorias de produtos permanecerem anunciando em mídias genéricas. Para algumas empresas é vital esse tipo de comunicação, porém para outras o resultado é pífio considerando o alto investimento. Os gráficos que ilustram a pesquisa falam por si só, ao colocar em primeiro lugar, o maior anunciante dos últimos anos: Casas Bahia, que só em 2010, investiu mais de R$ 1 bi, mas que obteve, em setembro de 2011, 12,7% de participação quando trata-se de lembrança de propaganda na TV e, 2,9%, para a preferência de marca em propaganda na TV. A seguir, duas tabelas com dados extraídos do estudo. Lembrança de marcas nas propagandas de TV – SET/2011 – “Quais marcas você se lembra de ter visto em propaganda na TV nos últimos 30 dias?” MARCA % CASAS BAHIA 12,7 COCA-COLA 8,5 DOLLY 7 BRAHMA 6,7 SKOL 5,9 OMO 5,9 EXTRA 4,9 HYUNDAI 4,8 VOLKSWAGEN 4,6 FIAT 4,5 NÃO LEMBRA 21,3 NÃO COSTUMA ASSISTIR TV 1,2 Preferência de marcas nas propagandas de TV – SET/2011 –“Qual a propaganda que você mais gostou de assistir na TV nos últimos 30 dias?” MARCA % DOLLY 2,9 SKOL 2,9 CASAS BAHIA 2,9 VOLKSWAGEN 2,5 BRAHMA 2,2 HAVAIANAS 2,1 FIAT 2,1 COCA-COLA 1,8 HYUNDAI 1,7 NISSAN 1,4 NÃO TEM PREFERÊNCIA 24,7 NÃO LEMBRA 20,8 NÃO COSTUMA ASSISTIR TV 1,2 Com as novas mídias e ferramentas de comunicação, com exceção de marcas que ainda necessitam desse formato, o restante, muitas vezes, obtem como resultado, quando muito, o comentário de amigos e parentes quando veem a exposição de suas empresas na televisão, porém e, de forma geral, jogam tempo e dinheiro fora. Pesquisa completa, no site do Datafolha.

21 nov

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Expatriados

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O mundo é globalizado, as ferramentas estão democratizadas, mas o verdadeiro conhecedor do mercado é aquele que cresceu e viveu as experiências inerentes ao mesmo. Vídeo do MidnigtMarketing sobre os Expatriados: “O ar sempre transmite a quem o respira o caráter do lugar em que se acha, como no leite a ama transmite à criança, que amamenta, todos os seus males físicos e morais.” Aluísio Azevedo

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18 nov

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Empresas mais Admiradas do Brasil

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A 14ª edição do Prêmio da revista Carta Capital apresentou o ranking das 10 empresas mais admiradas do Brasil que são, pela ordem: Natura, Apple, Vale, Petrobras, Nestlé, Itaú, AmBev, Google, Embraer e Gerdau. (ranking completo Carta Capital). A pesquisa realizada com empresários de todos os setores da economia, avalia as empresas seguindo 12 critérios, tais como responsabilidade social, ética, respeito pelo consumidor e qualidade de produtos e serviços.  A premiação é dividida em três modalidades: os 10 executivos mais admirados, as 10 empresas mais admiradas do Brasil e as 50 empresas campeãs, uma em cada segmento. Os 10 executivos mais admirados são: Paulo Secches, consultor responsável pela metodologia do projeto,  explica a metodologia e afirma que o estudo é realizado junto aos principais executivos das mais importantes empresas da economia brasileira e que, de forma geral, esses executivos valorizam algumas características e forma de atuação nas corporações, ainda que, por alguma razão, não possam trazê-las para seus negócios. A explicação completa da metodologia do estudo está no link: http://www.dialogoscapitais.com.br/maisadmiradas/ranking.html Algumas fotos da premiação, que contou com a presença da Presidente Dilma Rousseff estão no site do Planalto.

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28 out

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Inovar é viver

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Enquanto a letra da marchinha de carvanal, composta por Aldacir Louro A. Marins e Macedo, dizia “recordar é viver…” eu digo Inovar é viver. A Revista Época Negócios de out/2011 trouxe o tema como capa, e na matéria apresentou o ranking  das empresas que mais inovaram no Brasil. O ranking elaborado pela consultoria A.T.Kearney e por Época Negócios, tem como base a pesquisa Best Innovator, realizada desde 2003 e que considera, para pontuação final, quatro dimensões de inovação, com diferentes pesos: estratégia (28%), processos (27%), organização e cultura (25%) e estrutura e suporte (20%). No ano de 2011, segundo o estudo, a Basf, com a marca de tintas imobiliárias Suvinil, foi a campeã. Segue a seguir o ranking das 10 primeiras: Basf – Lançou a tinta antibactéria e o sistema de pintura mecanizada. As novidades da divisão de tintas imobiliárias representam 84% da receita. No passado, 67%. Whirlpool – Para continuar renovando o portifólio a casa cinco anos, a empresa reestreou o portal para a captação de idéias e espera dobrar o número de sugestões. IBM – a inovação está incorporada à cultura. Os funcionários que mais se destacam na obtenção de patentes são guindados à posição de “masters inventors” Dow – Procura diferenças aplicações para os químicos com os quais trabalha em faculdades e nas sugestões de fornecedores, clientes e funcionários. Siemens – o que era departamento de inovação virou diretoria, com a função de instruir e ajudar todos os grupos de pesquisa independentes da empresa. Embraco – para cada inovação, desenvolve paralelamente um modelo próprio de negócio. É uma forma de apoiar o lançamento dos produtos no mercado. White Martins – Comitês de funcionários avaliam idéias a partir de um processo de seis etapas- uma maneira de ter produtos inovadores num mercado concorrido. Vale – investe em novas idéias para agilizar processos e reduzir custos. Um bom exemplo dessa estratégia é o aeroplano usado para detectar eventuais problemas nas ferrovias. Dupont – para virar projeto, uma ideia deve atender a três critérios: ser um negócio lucrativo, chegar à base da pirâmide social e mostrar-se sustentável. Tecnisa – A inovação faz parte da missão, é um pilar importante da estratégia e a ela estão atrelados de 20% a 30% do bônus anual. Outro estudo – Global Innovations 1000 – divulgado pela consultoria Booz & Company e veiculado no Estado de S.Paulo de  25/10/11, – aponta que o Brasil continua investindo pouco em inovação. Dos US$ 550 bilhões investidos por todas as companhias do mundo em pesquisa e desenvolvimento durante 2010, a fatia do Brasil representa 0,38% ( US$ 2,1 bilhões) do total.  Entre as mil empresas que mais inovam no mundo, somente 5 são brasileiras: Petrobrás (119ª), Vale (133ª), CPFL Energia (705ª), Totvs (807ª) e Embraer (924ª).  São as 10 mais inovadoras, segundo a pesquisa Global Innovations: Roche Holding Pfizer Novartis Microsoft Merck Toyota Samsung Nokia General Motors Johnson & Johnson Há também o ranking das empresas mais inovadoras do mundo divulgado pela revista Forbes, que traz, dentre as 10 mais, a brasileira Natura como a 8ª no ranking, conforme lista a seguir: SalesForce – Estados Unidos Amazon – Estados Unidos Intuitive Surgical – Estados Unidos Tecent Holdings – China Apple – Estados Unidos Unilever Google Natura Cosméticos – Brasil Bharat Heavy Electricals – Índia Monsanto – Estados Unidos Independentemente do ranking e da metodologia utilizada pelos estudos, a Inovação, tema presente na mídia e em discussões empresariais, é uma das funções básicas de uma empresa e não está sendo considerada da forma como deveria por muitas empresas. Para que a inovação ocorra é necessário que haja  organização, estruturação, estímulo, investimento e, principalmente, pessoas capacitadas para desenvolvimento da cultura nas empresa, através de ferramentas e metodologias próprias. Além disso, importante ter sempre em mente o que Drucker nos ensinou: “uma empresa só inovou, de verdade, quando o cliente reconheceu, valorizou e se dispôs a pagar”.

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20 out

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Inteligência de Mercado

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Todas as áreas sofreram diversas transformações com a Internet, mas seguramente, a inteligência de mercado está dentre aquelas que mais foram impactadas. Hoje, na inteligência de mercado o trabalho ficou mais rico, por ser a Internet, fonte de informações com qualidade para o profissional que conhece e consegue discernir o que é ou não importante, mas por outro lado, houve um aumento significativo do trabalho propriamente dito. O profissional de inteligência de mercado antes, e em síntese, mapeava todos os pontos de contato que uma empresa e concorrentes tinham, buscava todas as informações de mercado e tendências através da mídia impressa, informações de sondagens, pesquisa, entre outras ferramentas disponíveis à época, colocava-se na posição do consumidor para aferir a performance do atendimento, postura, conteúdo, preço, ponto de venda, entre outros, de acordo com o negócio analisado, fazia o diagnóstico, observando ameaças e oportunidades e fechava com suas recomendações, mais plano de ação que contemplava tanto ações táticas como estratégicas. Hoje, além de tudo o que foi descrito acima, o profissional precisa: – Analisar o endereço virtual da empresa cliente e concorrentes, pois independente do segmento de atuação de uma empresa, é importante saber que a maioria das pessoas já busca por loja, produto ou serviço na Internet após saber alguma informação no “mundo real”. A Internet é meio para aprofundar conhecimentos. Hoje, o site é um dos principais “cartões de visita” de uma pessoa/empresa. – Analisar, através dos principais mecanismos de busca – leia-se Google -, o posicionamento da empresa e seus concorrentes reais, além de verificar a efetiva concorrência virtual, ou seja, empresas que estão com mais visibilidade na Internet, mas que não são citadas dentre os principais “rivais”, mesmo estando a cada dia galgando novas posições no mercado. – Monitorar o atendimento virtual da empresa cliente e de seus respectivos concorrentes reais e virtuais. – Efetuar monitoramentos nas mídias sociais, portais, blogs, sites de reclamações e outros  relacionados ao negócio para aferir a imagem da empresa e concorrentes em comunidades, listas de discussões, fóruns, comentários, etc. Algumas pessoas não entendem o porquê do tempo ser cada vez mais escasso, apesar de tantas novas tecnologias que facilitam as nossas vidas. Simples quanto isso.

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20 out

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Inteligência na Rede

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Com o crescente desenvolvimento do hardware e software, novos cientistas estão em busca de soluções para transformar essa massa de informações que trafegam diariamente pela www em inteligência, de tal forma que seja possível prever o comportamento das pessoas com relação a determinado estímulo disposto em uma comunidade de uma rede social, por exemplo. Um dos grandes desafios hoje, é entender como a informação se espalha e como as pessoas tomam decisões na rede, como por exemplo, de compartilhar determinado link com outras pessoas. A revista Info deste mês, traz uma entrevista interessante com Jure Leskovec, eslovênio, cientista da computação, estudante da Universidade de Stanford e que faz parte da nova geração de pesquisadores do Vale do Silício, que passa a maior parte do tempo para se dedicar ao data mining. Data mining é a coleta e análise de grandes quantidades de dados dispostos no mundo virtual. Segundo a entrevista, Leskovec analisa, com uma equipe de cinco pessoas, terabytes de dados em busca de gostos comuns, expressos em comportamentos como postar um comentário em um blog, entrar para uma comunidade ou fórum de discussão ou ler um artigo online. As principais fontes para pesquisa são o Facebook e o Twitter. Leskovec desenvolveu um algoritmo inspirado na sequência genética, que permite acompanhar a dinâmica da informação em grande escala, Para isso, ele e sua equipe analisaram: Mais de meio bilhão de mensagens no Twitter; 200 milhões de comentários no Facebook; 170 milhões de artigos em sites de notícias. Descobertas de Leskovec e sua equipe: -  Mais importante do que o que é dito, é, quem disse. Há internautas que são fontes de disseminação. Para explicar o sucesso de uma pessoa no Twitter, por exemplo, o cientista defende a seguinte teoria: “a estrutura do Twitter dá mais influência aos pequenos grupos na difusão da informação. Lady Gaga (13,4 milhões de seguidores) não bombaria sem os fãs. O gráfico de disseminação dos tuítes de celebridades mostra que eles só ganham relevância após passar por um núcleo duro de cerca de mil fãs”. -  No Facebook, o comportamento do internauta é previsível e é possível calcular quem serão os novos amigos das pessoas que participam da rede. A rede tem a estrutura de uma teia de aranha e a tendência é fazer amigos entre as pessoas dos fios mais próximos. – Dois usuários do MSN estão apenas 6,6 usuários distantes um do outro, o que reforça a tese dos seis graus de separação, proposta em 1929 pelo húngaro Frigyes Karinty (teoria de que são necessários seis laços de amizade para duas pessoas possam se conectar). Dentre outros objetivos, Leskovec pretende responder cada vez mais perguntas, que possibilitem aos profissionais de marketing e comunicação a utilização de ferramentas mais precisas e assertivas com seus públicos. Em suma, a cada dia que passa são mais informações, mais ferramentas, mais inteligência e ao mesmo tempo, necessidade de um profissional cada vez mais bem preparado para saber analisar e filtrar tudo que recebe.

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